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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Os maus tratos aos animais - O problema da naturalidade


Por Janaina Caixeta

O negativo ou o problema tem sido visto sempre de forma tão comum, tão natural. Parece que estamos acostumados a ignorar (ou melhor, não encarar) os problemas, mas sim incorporá-los ao dia-a-dia. Maltratar alguém se torna aceitável perante as formas de vida. Forma de vida até então questionável, já que ninguém gosta de ser mau  tratado.   
                                                                                                                                                                            Está muito comum ver na mídia, notícias de maus tratos aos animais. Há dois meses, houve o escândalo da marca espanhola Zara; Mundialmente conhecida, não soube dar bom exemplo.  A empresa utilizou pele de animais, como zebra, onça, cobra, não se importando com animais em perigo de extinção e colônias protegidas pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis); Devo lembrar que a caça predatória e a venda de produtos procedentes da caça ou captura são fatores que aceleram o processo de perda de espécies, assim considera o Ministério do Verde e Meio Ambiente. Outra denúncia de mau exemplo é a rede de fast foods MacDonald`s, que possui seu próprio complexo para criação (execução) de gado, além de símbolo do capitalismo, ela é a empresa número um na venda de carne bovina, os animais são criados extensivamente para abate sem condições de vida; ONGs vegetarianas põem-se indignadas com o absurdo.                                                                                                        

Em verdade, o ser humano (desumano) não respeita o próprio humano, seja na qualidade, seja pela racionalidade. Os animais sabem viver em comunidade e vivem integrados ao meio, sem prejudicar a natureza.         Como já diziam os sábios: `` o homem não merecia existir`` uma vez que ele não sabe proteger e conservar, o que teoricamente, seria obrigação de todos os animais; nos falta os racionais, porque os outros já os fazem por instinto.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Sorria mais, leve a vida simplesmente


 

                            Reportagem: Produção U.A.M em parceria com a Bandnews TV


 

Por Janaina Caixeta

Como já dizia Mart’nália em sua música “Don’t worry, be happy”. A canção ressalta a importância do riso na vida. O estresse diário pode acarretar milhares de doenças enquanto os bons sentimentos, como o amor e a alegria além de rejuvenescerem podem auxiliar na prevenção.     
                                                                                 
A terapia do riso ou a risoterapia tenta resgatar o universo da infância, tornando a pessoa mais livre e espontânea, permitindo que ela ria mais vezes ao dia, melhorando o equilíbrio emocional e condicionando à felicidade.   
                                                                                    
Esta terapia se originou no Japão, com o registro da recuperação de um homem que praticava a risada diária.  
                                                                                                                    
A risoterapia pode ser praticada em diversos lugares, como em casa, na escola, no hospital, em ruas ou praças, no trabalho e até na igreja.  Além disso, pode ser praticada em grupo ou individual.         

Estudos realizados comprovam que a risada como complemento de um tratamento, auxilia na cura, pois garante o bem estar físico e psíquico. O estado de espírito é muito importante para que o paciente melhore.        

Os projetos “Quero viver em um mundo que ri” ; “ Sorria e tenha um bom dia” e a obra “Sorria você está sendo curado” são parte da pesquisa de Gelotologia (Ciência que estuda os efeitos fisiológicos e psicológicos no seres humanos), e a grande alquimia da vida, com base nos estudos destes profissionais é transformar desafios em superação.   

O efeito de rir é contagiante, assim o bom-humor sugere afeto, beleza, autoconfiança e o mais importante: saúde.



      Imagem:  (http://migre.me/58rso)

  Sorria!    =D                                       


terça-feira, 31 de maio de 2011

Fumante sim, fumante não


Imagem: http://www.fsm.edu.br/?p=7756 


Por Janaina Caixeta 

Há algumas semanas tem se falado tanto sobre o tabaco. Aquele velho ato de fumar, tragar e viciar.                         
Hoje, 31 de maio, Dia Mundial Sem Tabaco, manifestos na cidade de São Paulo mostraram que fumar além de fazer mal à saúde própria, prejudica a saúde das pessoas que convivem com o fumante, polui o meio ambiente e ainda enfeia as ruas com suas bitucas.                            
Na Avenida Paulista, médicos varreram a calçada do Conjunto Nacional e deram informações e dicas sobre o vício da nicotina aos pedestres que por ali passavam. ONGs também se mostraram preocupadas com a coleta correta das bitucas e embalagens que podem sim ser recicladas.                     
Coincidência ou não, o último filme que vi “O informante” – Michael Mann faz uma crítica à questão da responsabilidade social, a negligência das companhias de tabaco em alterar a fórmula do cigarro, viciando mais em menos tempo e aumentando consideravelmente a taxa do câncer de fígado.   
Recentemente li um texto do Doutor Dráuzio Varella “Criminosos light”, ele questiona porque o Ministério Público ainda não proibiu qualquer forma de tornar o cigarro mais atraente para o público jovem. Cigarros “light” e “ultralight” como forma de dizer que esta espécie de cigarros com filtros, aromas, essências e cores diferentes fazem menos mal a saúde. “Você não será ingênuo a ponto de supor que as companhias produtoras lançaram essas marcas no mercado para proteger a saúde dos dependentes de nicotina. Não as subestime, leitor, estamos falando de organizações inescrupulosas chefiadas por malfeitores profissionais.”       
Composto por seis mil compostos químicos, o cigarro destrói vagarosamente os sistemas nervoso e respiratório e aumentam as chances de desenvolver câncer, uma questão de saúde pública e de amor a vida.



segunda-feira, 18 de abril de 2011

São Paulo quer mais Viradas


Virada Cultural 2011 

            As 952 atrações culturais se espalharam por São Paulo neste último fim de semana (16-17 de abril). Foram 93 locais, 123 espaços, 5 mil artistas para um público de 4 milhões diz organização do evento/Prefeitura de São Paulo.                                       O evento contou 3.300 homens que trabalharam para manutenção do lixo nas ruas, além das 4.900 lixeiras que foram instaladas.                                                                A Virada Cultural é uma grande oportunidade para que os cidadãos consumam cultura, interajam e principalmente discutam problemas sociais, além de ser uma porta aberta para conhecer o centro histórico de São Paulo.     
Esta 7º edição conquistou aplausos e uma legião de fãs que ficarão esperando pela 8º edição no próximo ano.




24 horas de cultura
A Virada Cultural teve seu início as 18:00 horas do sábado, encerrando as 18:00 do Domingo. O Palco Júlio Prestes recebeu o maior número de artistas consagrados, proporcionando a abertura com RitaLee e o encerramento da festa cultural com a Banda RPM.

A princesa rebelde
Rita Lee,com seus 63 anos fez seu show na virada cultural, mesclando discursos políticos e grandes sucessos a cantora declarou: "Entra governador, sai governador e São Paulo continua igual. Porque eles não tiram a bunda da cadeira e vão trabalhar?" O público Foi ao delírio. 

Saudade dos fãs – Sucesso da Banda
A Banda RPM encerrou a Virada Cultural, relembrando sucessos dos anos 80 homenageando Renato Russo e Cazuza.  A Banda se recompôs para lançar um disco, após nove anos de seu último: o MTV Ao Vivo, em 2002

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                                                                     Risada na Virada é no Vale!



Danilo Gentili e Rafael Cotez repórteres do CQC fizeram sucesso em palco de stand-up na Virada Cultural reunindo mais de 12 mil pessoas.





 
  
O palco do Viaduto do Chá no Vale do Anhangabaú reuniu humoristas renomados, como Léo Lins, Márcio Ribeiro,                 Murilo Couto, o grupo Comida dos Astros, entre outros.



Reportagem e fotografia: Bruno Dias
Edição: Janaina Caixeta
Crédito: Bruna Nascimento